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jamyang khyentse chökyi lodrö · abrindo o dharma · 3/5 |
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O Caminho Essencial de Todas as Tradições Desenvolvendo a Renúncia O caminho essencial de todos os veículos ilimitados do Dharma, alguns dos quais brevemente descritos aqui, é desenvolver a renúncia aos sofrimentos do samsara. A base para essa renúncia é seguir o código de conduta
agrupado em qualquer um dos sete conjuntos de votos da auto-liberação [sânsc.
pratimoksha]. Medite sobre as dificuldades de receber um renascimento humano precioso e sobre se esta condição excelente de tempo livre continuará. Pense sobre o quão difícil será obter no futuro uma outra forma humana. Bem agora, nós a temos e nosso renascimento tem tanto
significado que é tão preciosa quanto uma jóia que realiza desejos. Mas esta vida não durará. É incerto se morreremos velhos, jovens ou com meia idade. As circunstâncias e condições para a morte são muitas, mas as condições para manter a vida são poucas. Os dias, os meses e as quatro estações, os amigos, os
parentes e os inimigos, e assim por diante, tudo muda e termina. Pensando de novo e de novo sobre todas estas mudanças, por favor se lembre da impermanência. Você não deve pensar que após a morte você apenas se dissolverá no meio do espaço. Nem
deve pensar que os humanos necessariamente renascem como humanos, ou os cavalos como cavalos. Todos os seres sencientes são levados por suas ações [sânsc.
karma] em muitos lugares e formas diferentes nas quais se pode renascer na existência cíclica: em reinos altos ou baixos; com
prazeres grandes ou pequenos; com propriedade e poder [ou não]; com um corpo bom ou ruim. Nestes samsara há muitos karmas e resultados diferentes. Todas estas várias aparências e aspectos da existência surgem devido aos diferentes atos de virtude, não-virtude ou de alguma combinação dos dois. Estes atos pode ser condensados nas dez ações virtuosas ou não-virtuosas. O resultado das ações virtuosas e não-virtuosas amadurece de quatro modos diferentes: A raiz da entrada no caminho para o nirvana é o
lama. Permaneça próximo dele e confie nele. Escolha um lama que tenha se domado ouvindo muitos ensinamentos. Ele
deve ser hábil na prática da lei do caminho [tib.
tsültrim / tsul trim, disciplina ou moralidade] e na bodhichitta,
deve ter uma visão pura da realidade e ter grande compaixão. Ele deve ter a habilidade de
cortar as dúvidas dos outros. Então, depois de receber a iniciação e o samaya tântrico [votos e compromissos sagrados] deste lama, você
deve fazer o que ele diz. Conforme sua fé e devoção aumentam, boas qualidades serão
realizadas. Portanto, permaneça próximo de um lama excelente, estimando a oportunidade de servi-lo.
Tomar refúgio é o fundamento do caminho e de todos os votos. Ele distingue os buddhistas dos não-buddhistas, fornecendo-nos a proteção de todos os deuses e humanos. Ele nos faz atingir a acumulação de todas as coisas boas e auspiciosas nesta vida e nas futuras.
Devemos depositar nossas
mentes com as Três Jóias do refúgio: Buddha, o professor; Dharma, o protetor; e Sangha, o libertador. A prática principal do Mahayana é a bodhichitta, que é a essência do leite batido do Dharma sagrada. Se não há bodhichitta, a sua prática, seja ela do Sutra ou do Tantra, será "sem essência" como uma bananeira. Não apenas isso, você também deve lembrar que, onde quer que o espaço permeie, há seres sencientes [que estão procurando pela felicidade]. Os próprios renascimentos, tomados seqüencialmente, são sem início, e então teremos renascido por incontáveis vezes. Cada ser senciente foi nossa mãe e pai inumeráveis vezes, e assim, a quantidade de benefício que recebemos deles é inconcebível. Portanto, devemos meditar sobre o amor e sobre a grande compaixão para todos os seres senciente: inimigos, amigos, parentes e estranhos. Desenvolva o equilíbrio que é livre de manter alguns próximos, com desejos, e outros distantes com, raiva. Pensando com um bom coração sobre os benefícios dos outros, você deve usar seu corpo, fala e mente para praticar a virtude e sempre fazer preces especiais e nobres. |
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adaptado de www.dudjomba.org |
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